FAQ

Se acontecer um evento coberto pelo meu seguro, como devo proceder?

Entre em contato imediatamente com a Transmares ou com a seguradora que lhe indicaremos como agir da maneira mais rápida e eficaz.

Se eu trocar de carro durante a vigência do seguro, o que devo fazer?

Você deve contatar de imediato o seu corretor de seguros ou diretamente a seguradora. A seguradora vai comparar as diferenças de preço e de risco do veículo antigo em relação ao novo. Se houver alguma diferença significativa, o preço pode aumentar ou diminuir. De toda forma, a seguradora emitirá uma nova apólice com os dados do novo veículo. Este processo é chamado de endosso de apólice. Este procedimento também deve ser seguido quando ocorrem alterações no questionário da avaliação de risco (mudança de endereço, mudança dos condutores, se deixou de ter garagem no local de trabalho, etc.).

Quais são os condomínios obrigados a contratar seguro?

A partir da concessão do Habite-se, todos eles, indistintamente, garantindo não só as áreas comuns, mas as unidades autônomas. A exceção fica para os condomínios horizontais, onde cada condômino constrói sua própria casa e adquire apenas a cota de terreno, além de uma fração das áreas comuns. Nesse caso, apenas as áreas comuns devem ser seguradas.

Quem é o responsável pela contratação do seguro de condomínio?

O síndico é o responsável pela contratação e renovação, sob pena de multas pesadas caso não faça uma apólice para o condomínio. Se ocorrer um acidente e o condomínio não tiver o seguro, o síndico pode ser processado pelos demais condôminos por perdas e danos.

Sobre seguro de saúde, o que é uma rede referenciada?

É o conjunto de profissionais (pessoas físicas ou jurídicas) e de estabelecimentos de saúde (clínicas, hospitais e laboratórios) próprios, credenciados ou referenciados que oferece atendimento aos beneficiários e dependentes de seguro ou plano de saúde. No caso dos planos de saúde, o atendimento é feito exclusivamente pela rede referenciada que está credenciada perante as operadoras. Já no seguro saúde, a rede referenciada é uma opção do segurado, dispensando o reembolso de despesas médico-hospitalares. O segurado, contudo, tem o direito de livre escolha do prestador de serviços fora da rede referenciada, com a garantia de reembolso das despesas que tiver, dentro dos limites contratados.

Sobre previdência privada, quais as principais diferenças entre VGBL e PGBL?

VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) e PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) são planos por sobrevivência (de seguro de pessoas e de previdência complementar aberta, respectivamente) que, após um período de acumulação de recursos (período de diferimento), proporcionam aos investidores (segurados e participantes) uma renda mensal - que poderá ser vitalícia ou por período determinado - ou um pagamento único. O primeiro (VGBL) é classificado como seguro de pessoa, enquanto o segundo (PGBL) é um plano de previdência complementar.
A grande diferença entre os dois reside no tratamento tributário dispensado a um e outro. Em ambos os casos, o imposto de renda incide uma única vez, no momento do resgate ou recebimento da renda. Entretanto, enquanto no VGBL o imposto de renda incide apenas sobre os rendimentos, no PGBL o imposto incide tanto sobre o valor aplicado quanto sobre seus rendimentos. Para evitar a bi-tributação, é permitido deduzir as contribuições ao PGBL (valor aplicado) na declaração de ajuste anual do imposto de renda para pessoas físicas (IRPF), desde que seja utilizado o modelo completo e o valor a ser deduzido não ultrapasse 12% da renda bruta recebida no ano.

Sobre seguro de vida, Não havendo nomeação de beneficiário na apólice de seguro, qual o procedimento a ser seguido à época do pagamento da indenização?

Na falta de indicação expressa de beneficiário, ou se por qualquer motivo não prevalecer a que for feita, de acordo com o Código Civil, o capital segurado será pago da seguinte forma: metade ao cônjuge não separado judicialmente e o restante aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária. Na falta destes, serão beneficiários os que provarem que a morte do segurado privou-os dos meios necessários à subsistência.